Evil Plans
Ultimamente tenho feito bom uso do meu Kindle, principalmente com a possibilidade de alterar o local de leitura entre o próprio aparelho, no celular e no notebook, tenho finalizado algumas leituras interessantes, o livro atual é o Evil Plans do Hugh McLeod, autor do blog GapingVoid … no livro, assim como n0 blog, têm várias tirinhas interessantes, olhem este que legal, dá para ter uma idéia do livro?
Como me sinto no mundo corporativo …
“Don’t talk like one of them. You’re not! Even if you’d like to be. To them, you’re just a freak, like me! They need you right now, but when they don’t, they’ll cast you out, like a leper! You see, their morals, their code, it’s a bad joke. Dropped at the first sign of trouble. They’re only as good as the world allows them to be. I’ll show you. When the chips are down, these… these civilized people, they’ll eat each other. See, I’m not a monster. I’m just ahead of the curve.”
The Joker in The Dark Knight.
Commodity …
Tecnologia é definitivamente um mercado interessante e desafiador, últimamente meu trabalho têm consistido em achar uma forma de reverter a visão de commodity na venda de storage, afinal, se investimos tanto em tecnologia, significa que estamos criando volumes cada vez maior de dados que precisam ser armazenados de forma adequada, em teoria tudo muito bonito, na prática no entanto a realidade é bem diferente, capacidade de armazenamento é encarado como commodity, compra-se pelo preço e em alguns casos específicos pela capacidade. Como tenho me saído? Apanhando … mercado / concorrente 2 a 0 … espero que dê para virar o jogo.
The Circle of No Life
Ví por acaso esta imagem hoje, que definitivamente não é algo novo, já que de acordo com o Google há referência à mesma a mais de um ano, mas achei interessante como se relaciona com a realidade, não tenho a menor intenção de tirar o mérito das mídias sociais, sua importância, ou que se deve ignorar um ou outro meio de comunicação, o que acho interessante é a reflexão de quanta energia é gasta no tema e qual é o real retorno que isso traz, sem dúvida existem casos e mais casos de sucesso com retornos impressionantes, mas como qualquer outra ferramenta há indicadores incontestáveis de que o uso inadequado pode gerar danos da mesma forma.
Corner Office …
Para variar isto aqui está novamente abandonado, trabalho, mudanças e outras coisinhas mais acabam por desviar a atenção para o mundo real. De toda forma, a última novidade é que novamente estou numa empresa passando por um processo de aquisição, com isso tudo fica meio incerto, como eu passei por uma outra aquisição a não muito tempo atrás, meu lado analítico e realista já me prepara para o pior.
Como é de se esperar, a aquisição de uma multi-nacional, típicamente traz reflexos diferentes dependendo da área que vc trabalha na empresa, no caso de fazer parte da equipe de campo em um escritório de representação / vendas, a reação imediata está exatamente igual à minha experiência anterior, é o momento onde se vê o pior da força de vendas, tanto em questão de comportamento, como política interna, até o mais abominável que é a confecção de números para apresentar um visão bonita porém pouco realista do território.
Infelizmente esse comportamento atingiu todos os níveis, e por ser novo na empresa, fico em uma posição onde não sei avaliar exatamente o entorno, o que leva ao título deste post, “Corner Office”, que foi exatamente o que me foi oferecido , ou porque não dizer “imposto”, em situações normais de temperatura e pressão, eu estaria super contente, afinal ganhar um espaço de certa forma privilegiado no escritório faz parte da ambição profissional na busca de reconhecimento e poder, no entanto na conjectura atual esse “ganho” veio com um sabor um tanto quando amargo, com gosto de prêmio de consolação, ou ainda, de afastamento do grupo, motivado pelo interesse de alguém.
Com isso me encontro num terreno desconhecido e me perguntando qual será o melhor passo a dar daqui para frente. Ô mundo complicado …
Dinamica ou falta dela …
As últimas semanas têm sido interessante, fazia tempo que não passava por um processo de ramp-up de new hire, e é sempre curioso o comparativo, saindo de uma área muito mais dinâmica dentro do segmento de TI, que é o mundo web de portais e gestão de conteúdo, para entrar em uma que é mais comoditizada em infraestrutura é uma experiência chocante.
A dinâmica é definitivamente outra, não só pela área de atuação, mas até pela mentalidade das pessoas com que trabalhamos e interagimos, aqui definitivamente vejo as tão citadas diferenças entre o comportamento da geração X e Y, começando por coisas realmente simples como a disponibilidade de informações, a forma e dinâmica da comunicação, até a definição da relação de liderança e respeito na hierarquia.
Mas o aspecto que choca mais seja talvez o envolvimento geral pela busca de resultados, no mundo web, seja de fornecedor de TI, serviços ou mesmo agência, é tipicamente mais participativo e focado em meritocracia, no mundo tradicional de TI à velha escola, me parece que ainda se trabalha num modelo hierarquico hiper definido e com uma expectativa de obediência surrealista para os padrões atuais.
Isso é frustrante? Certamente. É uma experiência válida? Sim, eu me propus a conhecer este mundo. Se me vejo nessa ambiente por muito tempo? Definitivamente não, ainda porque até gigantes tradicionais como a IBM, Oracle e Accenture, que criaram essa cartilha a dezenas de anos, perceberam a alguns anos que esse modelo não é realista e dentro do possível se adaptaram a modelos mais dinâmicos. No mundo de TI, não vejo motivo para perpetuar este modelo antiquado. Vamos ver no que vai dar.
O lado B2B de IT
Mudar a área de atuação é sempre algo interessante, claro que continuo na área de TI, mas depois de muitos anos trabalhando com projetos de portal e gestão de conteúdo, típicamente associado mais a apresentação, seja numa internet ou intranet, mudar para uma empresa que foca na gestão do fluxo de dados, é certamente uma mudança e tanto.
Mas afinal, ao que me refiro quando falo de fluxo da informação, no fundo se relaciona à troca de dados dentro e fora da empresa, que pode ser algo simples como um ftp para troca de arquivos, para chegar na complexidade de monitoramento dos dados trocados na cadeia de um supply chain por exemplo, na grande maioria dos casos essas trocas ocorrem num contexto B2B, no mundo externo da infraestrutura de TI de uma empresa, em muitos casos é generalizado como o antigo EDI, em muitos confundidos com o bendito SOA do qual tanto se fala e pouco se faz.
De toda forma, o enfoque sai da apresentação de informações, típicamente do mundo web, que podem ou não afetar o resultado do negócio (já que a métrica é típicamente subjetiva), para a troca e manuseio de informações dentro da cadeia produtiva de uma empresa, que geralmente afeta o resultado do negócio.
Mundo interessante … empresa interessante … mãos na massa para desbravar o mercado.
Virando a página …
“You know, it’s kind of sad
To see the end of an era
To see the end of something
That has been in our lives so long
But, time marches on
And people change with time
So, what once started has ended
From what we all have known”
Meu último dia na Vignette … 9.5 anos … passam … agora é vida nova …
Pérolas da Sarah Palin
“Não podemos dizer com certeza que a atividade do homem causa mudanças climáticas” Em que planeta será que essa mulher vive? A única coisa que posso imaginar é que o frio extremo do Alasca aliado com falta de bom senso causa danos celebrais …
Campanha inusitada
A Greenpeace iniciou uma campanha inusitada em Copenhague, chamando a atenção para a falta de liderança na questão ambiental, um dos posteres instalado no aeroporto é o de baixo.

Seguindo na mesma linha, com um ano eleitoral pela frente, espero que o excesso de populismo não faça com que essa charge seja a única de 2020, alias, em retrospectiva, considerando os 7 anos da última administração, eu já consigo imaginar uma série de coisas que poderia ter sido feito e não foi, entre elas coisas pequenas, como a reforma tributária e reforma trabalhista, certas bandeiras que foram carregadas por tanto tempo, mas que são inconvenientes quando não está mais na oposição …
Google Wave
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Google Voice
Na semana passada recebi um convite para o serviço do Google Voice e comecei a testar e brincar com o mesmo. a proposta do serviço é funcionar como um hub de conexão para as chamadas de voz, no momento está limitado a números dos EUA, onde é possível escolher um novo número do Google Voice, ou usar um número já existente. Optei pelo caminho de selecionar um novo número, que é concedido sem custo algum na primeira vez, se depois desejar trocar o número por outro, há uma taxa de US$ 10, de toda forma já é muito mais interessante que Skype onde só o número custa uma nota.
Escolhido o número, é necessário configurar números para onde as chamadas podem ser redirecionadas, as opções por enquanto se limitam aos números do EUA também, no entanto para minha surpresa têm a opção de direcionar para o serviço de VOIP Gizmo5 (adquirido pela Google na semana passada), onde eu já era usuário, o Gizmo5 possue um cliente software nos moldes do Skype com seus prós/contras e funciona na base do protocolo SIP, logo podendo ser conectado a diversos ATA’s para uso em aparelhos físicos.
Através da interface do Google Voice, é possível conectar chamadas para qualquer local dos EUA a custo zero, basta indicar para qual número gostaria de ligar e em qual número gostaria de receber a chamada, o serviço liga para seu número indicado primeiro e ao atender ele te conecta com o número desejado. O que é uma mão na roda se vc precisa falar em algum 1-800 ou 1-866 ou qualquer outro número americano.
Além disso a principal funcionalidade do Google Voice é servir de base de comunicação, seja SMS ou mensagens de voz, para SMS este têm a opção de retransmitir para outro celular ou por email, para mensagem de voz há a opção de transcrição de audio para texto, que para o inglês funciona surpreendetemente bem (mas se falar algo em outra lingua, a transcrição parar o inglês fica algo sem sentido e engraçado).
Há ainda a possibilidade de adquirir créditos e realizar chamadas para outros países, nos mesmos moldes do Skype Out.
Juntando Google Voice + Gizmo5, têm se uma excelente alternativa ao Skype, aceitando a limitação que os números e as conexões são só nos EUA por enquanto, como imagino que a tendência é convergir Gizmo5 com Google Talk (que já possue interconexão), no futuro teremos um sério candidato a um dominante de IM+VOIP e o principal diferencial no meu ponto de vista é a parte web do conjunto que funciona como um centro de mensagens avançadas.
Por hora, adorando o serviço.
Qualidade de imagem e audio com NET
Se tem coisa que sinto falta de Austin, uma que esta no topo da lista certamente é a TV a cabo e a conexão banda larga, o segundo não vou nem comentar para não passar raiva, então ficando apenas na TV a cabo, o dilema de selecionar qual pacote da NET foi até fácil de resolver, não havia o menor sentido em pagar por uma assinatura HD sendo que na melhor hipótese era possível obter 9 canais (isso se incluir Telecine e HBO). Assim fiquei apenas com o NET Digital, daí para as surpresas, a NET transmite o sinal com uma taxa de compressão tão alta, que só mesmo numa TV de tubo para a imagem ficar razoável, no pacote dito digital, a imagem chega a 480i e em alguns canais audio Dolby, o decoder por sí também não é lá grande coisa, é um modelo da Thomson (que pelo visto ninguém mais usa mundo afora), o cabo padrão fornecido é video/audio composto, seguindo instruções de alguns forums, contactei a NET e pedi o cabo SVHS, com isso a imagem melhora um pouco …
Para obter audio Dolby é preciso um cabo spdif para obter o sinal do decoder, para melhorar a imagem a única solução que achei foi conectar a entrada svhs para o receiver e usar a função de upscaling para melhorar a saída. O resultado é razoável, dentro do que se pode esperar quando amplia uma imagem 2.25 vezes (na verdade até mais já que vai de interlaced (480i) para pure (1080p)), como sinto falta dos canais FullHD e de um receiver que resolva tudo com uma única saída HDMI …
Só neste país mesmo …
De uma matéria do Estado de São Paulo:
“Sob forte aparato policial, 350 militantes do Movimento dos Sem-Terra (MST) desocuparam ontem a Fazenda Santo Henrique, do grupo Cutrale, em Borebi, a 320 quilômetros de São Paulo, deixando para trás um rastro de destruição. Além dos 7 mil pés de laranja arrancados, foram encontrados 28 tratores danificados ou destruídos, caminhões e sistemas de irrigação sabotados, a sede e seis casas de colonos depredadas e pichadas. Houve furto de equipamentos, móveis, roupas e defensivos agrícolas.”
O impressionante é que o governo repassa verba para esse povo do MST, para isso usam do dinheiro arrecadado em impostos, mas para a saúde há falta de verba e é necessário criar um novo imposto, só neste país mesmo.
Quem não precisa de um pouco de inspiração?
“Every day you may make progress. Every step may be fruitful. Yet there will stretch out before you an ever-lengthening, ever-ascending, ever-improving path. You know you will never get to the end of the journey. But this, so far from discouraging, only adds to the joy and glory of the climb. “
Sir Winston Churchill
A vida … e Google Enterprise
Com as possíveis mudanças na estrutura de operação, eu fiquei encarregado de fazer pesquisas de alternativas para operacionalizar a infraestrutura de TI para substituir o que temos pelo corporativo na matriz, o que me levou a constatar alguns fatos que espero corrigir no futuro próximo e algumas descobertas interessantes.
Erros a serem corrigidos/evitados, nunca mais se infurnar num nicho tão específico a ponto de perder o bonde do que está acontencendo no resto do mundo, claro, todos já ouvimos falar de virtualização e cloud-computing, temos até uma idéia remota do que se trata e ponto de vista céticos ou entusiasta. No entanto o mundo corporativo te cerca com o bem definido padrão de desktop/laptop Wintel/Office seguido de ERP/CRM/SFA/ECM e deus valha mais o que … pior ainda se estiver trabalhando para uma empresa que foca em uma dessas coisas, passa-se a achar que o segmento específico é a bola da vez e acaba desconectando do resto do mundo, no meu caso eu estou cercado por ECM desde o final de 2000 e apesar de ser uma pessoa curiosa em relação a tecnologia e crítica quanto à sua aplicação, isso não impede de ficar desatualizado e longe dos detalhes, já que ficamos correndo atrás do cumprimento das metas no nosso mundinho fechado. Bem, isso é o que espero corrigir e não permitir que ocorra novamente.
Voltando ao assunto para infraestrutura de TI, comecei pesquisando pelas coisas primordiais do dia-a-dia, e-mail, começando pelo pop/smtp tradicionalismo que qualquer provedor de hosting oferece, passando pelo Exchange do qual sou fã absoluto, chegando ao Google Mail, onde encontrei minha maior surpresa, já sou usuário do Gmail tradicional, mas nunca tive a curiosidade de olhar as extensões e as aplicações para o mundo corporativo, a versão gratuita já traz um mundo de pequenas inovações que no dia-a-dia acabamos não dando valor, passando para o modelo pago onde tem diversas funcionades extras, como integração com Outlook (sem ser por IMAP), sincronismo com Blackberry, retenção, etc … Junte a isso o pacote do Google Apps, as extensões possíveis pelo Google Gear, por um custo de US$ 50,00 por usuário por ano, eu diria que é uma pechincha, mais … uma barganha total … agora vou acompanhar mais de perto as iniciativas com o Google Gears e o Chrome OS, quem sabe, de repente a Google pode ser quem encontre a fórmula de transformar o velho lema da Sun “The Network is the Computer” em realidade.
Valor de empresa e realidade
Estou lendo diversas notícias em relação a um aumento de capital do Twitter por meio de uma rodada de captação de recursos, a empresa captou 100 milhões de dólares baseado num valor estimado de 1 bilhão para a empresa. Empresas hiper valorizadas e que não possuem um modelo de negócio que justifique o retorno é algo muito comum no segmento de tecnologia, não tenho opinião formada em relação ao Twitter, mas estou curioso para saber quando eles conseguirão gerar um faturamento que justifique todo o investimento que estão recebendo, sem dúvida uma possível fonte de renda é o anúncio no site, de onde outras gigantes como o Google tiram o sustento, mas tenho minhas dúvidas de quão eficiente esse modelo é para um site que prove contexto com conteúdo limitado a 140 caracteres.
Ainda lendo sobre o assunto e juntando com histórias recentes, um texto que me chamou a atenção foi do Bill Gates, fundador da MS, que em 1995 disse:
“One challenge Microsoft did face, and that Netscape now faces, is coping with a high market valuation. Netscape has little income, but investors have valued its stock at more than $2 billion. When a company’s shares have a high value, expectations from investors, including employee-owners, are correspondingly high. Failure to meet those expectations can be damaging. If you’re giving share options to employees so that they can participate financially in the expected success of a company, a high valuation hurts. If the market’s already anticipated the great work those people are going to do, then their stock options won’t appreciate much in value, if at all. This can make the options worthless. Many times in the past I have felt that Microsoft stock was higher in value than it should be. Subsequently I was proven, in a sense, to be wrong. Controlling expectations-whether about deliveries, product features or stock value-is often wise in a technology business. It’s a lot better to under-promise and over-deliver.”
A primeira parte as empresas da era .com conheceram muito bem quando a bolha rompeu, um exemplo, a Vignette que já chegou a valer absurdos sem nunca ter entregado lucro à altura, a segunda parte, entregar na promessa da valoração já não é visto com tanta frequência, Microsoft teve seu momento, não duvido que tenha potencial para voltar a ser, mas certamente hoje a bola da vez é o Google, que têm feito um excelente trabalho, seguido de dezenas de wannabe que desejam o mesmo tipo do sucesso seguindo a receita da Web 2.0 …
Teste do ratinho (ou ergometrico)
Fui fazer um teste ergométrico hoje, depois da pequena cirurgia que fiz, não sei porque, não sou nem um pouco fã de fazer esses testes, fico com aquela ansiedade entre o teste e o comentário do médico, para ajudar o infeliz do médico que fez o exame hoje, foi um daqueles bem legais, que não quiz dizer nada, apenas “seu cardiologista irá te explicar o exame”, eu ouço “é … foi assim assim e eu não quero ser o cara que vai te dizer isso”. Fazer o que, paciência, esperar o resultado, juntar com outros exames e falar com Dra Marlene depois.
Quase lá …
Estamos quase lá no quesito mudança, a pintura do apartamento foi finalizada, tá certo que ainda faltam alguns pontos a serem corrigidos, agora vai ser a farra para ver se o pintor/gesseiro vai fazer o negócio. Depois, limpamos tudo e desempacotamos grande parte da mudança, constatamos que realmente só os móveis tiveram algum dano e estou lidando com a seguradora para que façam a restauração ou ser ressarcimento. A princípio acho que até já dá para mudar, falta coisas como box, cortina, armários, mas até daria para dormir lá.


